Breve consideração sobre o Tempo.
Mesmo com diversas correntes e definições sobre o Tempo, o que é comum à física e em crença geral é a divisão dessa medida em três pilares:
Passado, Presente e Futuro.
O olhar quanto a esses pilares é o que os difere, basicamente temos:
"Passado": fatos concretos já acontecidos, armazenados como memórias;
"Presente": o agora, é a forma de fazer trocas com o mundo e exercer controle sobre ele;
"Futuro": situações do por vir, sem conhecimento, controle ou consciência das mesmas.
Sabemos que essa grandeza, Tempo, é dinâmica, corrente e fluente. Se acrescentarmos à ela, um fluir mais intenso, mais veloz, teremos uma movimentação desses pilares na qual: o Presente com aproximação rápida do Futuro se tornando Passado. Por consequência o Futuro se tornando Presente, e o Passado crescendo em acervo de memórias.
O Presente torna-se uma tênue linha divisória, mas de essencial importância porque gerencia a forma de armazenamento dessas memórias, e por poder interferir nos prognósticos do Futuro, pois lida com o "agora".
O Tempo que a psicoterapia se atém é o que chamamos de temporalidade da consciência e consciência da temporalidade, aonde esse fluir de pilares é veloz, tornando a consciência atemporal. O indivíduo vivencia o que tem como foco, independente de quão atual seja a memória acessada.
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